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Polícia de SP e Receita fazem apreensões de 2,5 toneladas de cocaína


A Polícia Civil  e a Receita Federal fizeram apreensões de 2,5 toneladas de cocaína em operações realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. A informação sobre as apreensões foi divulgada nesta quinta-feira (28).


Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, investigadores do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) chegaram a uma casa do Jardim Progresso, em Guarujá, onde encontraram pouco mais de 1,2 tonelada de cocaína embalada e separada em 1,3 mil tijolos.


Na operação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, uma mulher de 25 anos que estava no local foi presa e autuada por tráfico de drogas e associação ao tráfico. 


De acordo com o departamento, o imóvel era um dos depósitos usados estrategicamente para viabilizar o transporte das drogas por meio dos canais até o Porto de Santos, onde, provavelmente, seria embarcado em navios.

No último ano, 1,68 tonelada de cocaína foi apreendida em cascos de navios no Porto de Santos por mergulhadores militares, mais do que o triplo do que os 483 quilos interceptados em 2020, segundo balanço da Marinha.


Segundo estimativas da SSP, nos mercados europeu e asiático, cada quilo da droga apreendida poderia chegar a custar de 80 a 90 mil dólares, com a carga total apreendida podendo chegar a meio bilhão de reais em lucro para os caixas do crime organizado

O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, justificou a continuidade da Operação Verão diante do impacto contra a rede criminosa na região.


“Essa é a prova do que estamos enfrentando no litoral de São Paulo: criminosos que, ao longo de décadas, estruturaram uma cadeia ilícita por meio do tráfico internacional de drogas e que, desta vez, estão sendo desarticulados”.


A carga apreendida no Rio de Janeiro é avaliada em R$ 330 milhões e foi selecionada por critérios de gerenciamento de risco durante pesquisa e seleção desenvolvidos pela Receita Federal. A operação foi realizada na quarta-feira (27/03) pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal na 7ª Região Fiscal (RJ/ES) e sua equipe de cães farejadores.


No âmbito da operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para combate ao crime organizado, o trabalho contou com apoio da Marinha do Brasil e a droga foi encaminhada para a Polícia Federal.

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