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PF diz que caso Banco Master só andou após “coragem” de Galípolo no BC.

Foto: Reprodução
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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (10) que as investigações sobre o Banco Master só avançaram por causa da “coragem” do atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Segundo ele, problemas envolvendo a instituição financeira já haviam sido identificados por gestões anteriores do BC, mas nunca tinham sido efetivamente enfrentados.


A declaração foi dada durante evento do Ministério da Justiça que apresentou os resultados da PF em 2025. De acordo com Rodrigues, a atual gestão do Banco Central decidiu levar o caso adiante, algo que não ocorreu no passado, mesmo com alertas internos sobre irregularidades no banco.


Andrei Rodrigues disse ainda que a apuração só ganhou corpo graças à cooperação direta entre o Banco Central e a Polícia Federal. Ele elogiou Galípolo por encaminhar à PF dados de apurações internas do BC, o que, segundo o diretor, permitiu identificar o que classificou como um crime grave envolvendo o sistema financeiro nacional e uma instituição bancária.


As falas do diretor da PF reforçam o discurso adotado por integrantes do governo federal nas últimas semanas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou também nesta terça-feira que a chegada de Galípolo ao comando do Banco Central interrompeu um processo de crescimento acelerado do Banco Master que durou cerca de seis anos, após a identificação de inconsistências relevantes nos balanços da instituição.

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