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Dólar sobe a R$ 4,98, e Ibovespa cai pelo 11º pregão seguido, maior sequência desde 1984



O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira (15), cravando o 11º pregão seguido no vermelho, com o declínio da Eletrobras após a renúncia-surpresa do presidente-executivo, que contrabalançou com o avanço da Petrobras PN, com aumento dos preços de combustíveis, em mais uma sessão recheada de resultados corporativos.


Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,47%, indo a 116.265,62 pontos, de acordo com dados preliminares. Na primeira etapa da sessão, o índice chegou a flertar com o sinal positivo, avançando a 117.697,25 pontos no melhor momento do dia. Na mínima, chegou a 116.033,15 pontos.

O volume financeiro no pregão somava R$ 24,5 bilhões.

O Ibovespa não recuava 11 pregões consecutivos desde a série de 11 perdas entre o fim de janeiro e o começo de fevereiro de 1984. Apesar de a sequência chamar atenção, ainda representa um declínio de menos de 5% e ocorre após uma alta de quase 20% nos quatro meses até o fim de julho.

Dólar A divulgação de mais uma série de dados fracos da economia chinesa, somada ao aumento dos receios de que o Federal Reserve suba novamente os juros nos EUA, pôs o dólar à vista novamente em trajetória de alta ante o real nesta terça-feira, na oitava elevação em um total de 11 sessões de agosto.

O dólar à vista fechou o dia cotado a R$ 4,9878 na venda, com alta de 0,43%. Em agosto, a moeda americana acumula ganho de 5,47%. O contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,46%, a R$ 5,0040.

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